No Brasil, o nome João Ferreira de Almeida é associado com freqüência às traduções bíblicas. Isso ocorre porque no século XVII as duas edições (Revista e Corrigida e Revista e Atualizada) foram por ele traduzidas. A diferença entre as duas versões são pequenas, devido aos originais em hebraico, aramaico e grego apresentarem algumas variantes e permitirem mais de uma tradução correta, um sinônimo para uma palavra ou versículo. Além disso, algumas constatações arqueológicas e teológicas referentes as Escrituras Sagradas não existiam na época de Almeida, e assim, a edição revista e corrigida é a expressão dos textos originais com que ele trabalhou. As duas traduções são publicadas pela SBB (Sociedade Bíblica do Brasil) e representam 60% das aquisições entre os evangélicos, de acordo com o site da própria publicação. Embora haja pequenas diferenças entre as duas versões, a essência das palavras é fiel a fé cristã de que Jesus Cristo é o Senhor e Salvador da humanidade.
No Brasil, o nome João Ferreira de Almeida é associado com freqüência às traduções bíblicas. Isso ocorre porque no século XVII as duas edições (Revista e Corrigida e Revista e Atualizada) foram por ele traduzidas. A diferença entre as duas versões são pequenas, devido aos originais em hebraico, aramaico e grego apresentarem algumas variantes e permitirem mais de uma tradução correta, um sinônimo para uma palavra ou versículo. Além disso, algumas constatações arqueológicas e teológicas referentes as Escrituras Sagradas não existiam na época de Almeida, e assim, a edição revista e corrigida é a expressão dos textos originais com que ele trabalhou. As duas traduções são publicadas pela SBB (Sociedade Bíblica do Brasil) e representam 60% das aquisições entre os evangélicos, de acordo com o site da própria publicação. Embora haja pequenas diferenças entre as duas versões, a essência das palavras é fiel a fé cristã de que Jesus Cristo é o Senhor e Salvador da humanidade.
Revista e Corrigida: Traduzida por João Ferreira de Almeida a partir dos originais disponíveis no século XVII, a Revista e Corrigida (RC) adota uma linguagem clássica, praticamente erudita. Sua última edição foi elaborada em 2009.
Revista e Atualizada: Publicada em1956, a versão Revista e Atualizada (RA) é resultado de mais de uma década de revisões e atualizações teológica e linguística. Foi desenvolvida a partir da descoberta de manuscritos bíblicos mais antigos e sua última revisão foi elaborada em 1993.
Nova Tradução na Linguagem de Hoje: Lançada no ano 2000 é a tradução da Bíblia que mais tem crescido na preferência dos cristãos. Com uma estrutura gramatical e linguagem mais próximas da utilizada pelo brasileiro, é clara, natural e exata em seu conteúdo por manter-se fiel aos textos originais.
Bíblias de Estudo: A tradução de Almeida é o texto base de várias Bíblias de Estudo, inclusive desta Bíblia de Estudo Almeida. As notas, é claro, não foram escritas por João Ferreira de Almeida. Entretanto, adicionar notas ao texto da tradução de Almeida condiz com o projeto original do século XVII.
Qual perito, Almeida, com o passar dos anos, passou a dominar as línguas bíblicas, além de seu excepcional conhecimento do latim, espanhol francês e holandês. Passou a traduzir as Escrituras Hebraicas (Velho Testamento), e chegou até os versículos finais de Ezequiel quando, sobrepujado por agudo esgotamento físico, faleceu aos 63 anos, em 6 de agosto de 1691. Com respeito à tradução das Escrituras que fez, o bem-conhecido escritor, Teófilo Braga (1843-1924), declarou que se tratava do “maior e mais interessante documento para se estudar a língua portuguesa do século XVII”.
O prof. Monteiro, em seu tratado sobre o assunto, menciona corretamente que as edições da Bíblia disponíveis ao público em geral, atualmente, que trazem o nome de Almeida, foram modificadas a tal ponto que ‘ninguém diria serem a mesma’. Uma comparação das últimas edições com as que foram editadas no século 19, por exemplo, mostra amplas diferenças. A maioria das diferenças são, decididamente, aprimoramentos, devido ao crescente entendimento das línguas originais e a disponibilidade de manuscritos mais antigos que vieram a lume nos anos recentes, e às muitas mudanças na própria língua. Um grave defeito que não deve ser despercebido, contudo, é a remoção do Nome Divino. Almeida o empregou milhares de vezes na forma JEHOVAH, como se pode ver na reimpressão, de 1870, da edição de 1693. A Edição Revista e Corrigida (1954) retém o Nome em sua forma moderna (Jeová) em lugares tais como Salmo 83:18; Isaías 12:2 e, extensivamente, no livro de Ezequiel. Infelizmente, algumas edições, tais como a Edição Revista e Atualizada no Brasil (1964), não o empregam de forma alguma. Por outro lado, várias outras versões modernas seguem o exemplo de Almeida, restaurando o nome sagrado de Deus a seu legítimo lugar em Sua Palavra escrita.
Todos os povos de língua portuguesa têm, deveras, uma dívida de gratidão para com João Ferreira de Almeida, pelos esforços que fez em disseminar a Palavra escrita de Jeová, o Grande Manancial das puras “águas da verdade”. Seu trabalho de tradução, realizado no Ceilão, na Índia e na Indonésia, lá no século 17, tem tido resultados de longo alcance, até mesmo em nossos dias.
Graças demos a Jeová, o Deus comunicativo, de que Sua Palavra é mais viva, e exerce mais poder nesta parte final do século 20, do que nunca antes na história da humanidade! — Hebreus 4:12.
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