Uh-uh-uh, ah-ah! Ah-ah, uh-uh! Oye, ey! Parece que fue ayer esta jodienda
El artista del momento, mi disco en toa' las tienda'
No es que me ofenda, pero me siento viejo
Cuando los chamaquito' ahora me dicen "leyenda"
Sanderlei Silveira - 2024-01-12T00:22-03:00 - BR ∞ L
Uh-uh-uh, ah-ah! Ah-ah, uh-uh! Oye, ey! Parece que fue ayer esta jodienda
El artista del momento, mi disco en toa' las tienda'
No es que me ofenda, pero me siento viejo
Cuando los chamaquito' ahora me dicen "leyenda"
Que Dios los reprenda
Estoy igual de joven, pero con meno' fecha' en la agenda
No tengo lancha, ni avione', ni prenda'
Pero tengo la esperanza de que el próximo punchline te sorprenda
Ya nada es como ante'
Yo sé que ya no soy tan relevante
Ante' me pedían retrato', todos devoto'
Ahora me paran pa' que yo les tire la foto
Aunque le saque to' el polvo a mis trofeo'
En el cartel mi nombre ni lo veo
Si me quieren ver, que se tiren pa'l museo
Ya estoy cansa'o, con el tiempo ni peleo
Yo estoy claro, no hay que ser sabio
Solo escribo lo que no se atreven a decir mis labio'
Le contesto al corazón toa' las pregunta'
Antes de que mi lápiz se quede sin punta
Esta va por mi primo, por las vueltas que dimo'
Ahora rimo porque no nos despedimo'
Hasta que salga el sol que me levanta
Hoy bebo hasta que se me queme la garganta
[Coro]
Esto va por lo que somo', por lo que fuimo'
Por to' lo que tenemo', por to' lo que tuvimo'
Por las llorada', por toa' las carcajada'
Por to' los triunfo' y por toa' las cagada'
Por lo que puedo ser, aunque lo dude
Por lo que quise ser, pero no pude
Por las turbulencias que agarré, por los trene' que perdí
Y por toa' las borrachera' que cogí
Por los lago', por los río', por los mare' que crucé
Aunque me hundí, al final siempre floté
Por los que se fueron sin permiso al paraíso
Hoy derramamo' un poco 'e ron en el piso
[Verso 2]
Acostado al lado de este whisky caramelizado
Con el corazón tieso, una tabla
Esperando a ver si el techo me habla
Mientra' amanece
Queriendo hacer las pase' con mi hermano, a ver si vuelve Calle 13
Con el horizonte rojo
Escribiendo hasta que la madrugada me queme los ojo'
Recordando los navegado'
Tragándome hasta la última gota del pasado
Las fronteras que crucé sin permiso
Los poema' que pesqué en el puerto de Valparaíso
Con libreta en mano, como todo un dramaturgo
Junto a Leoni caminé descalzo por Hamburgo
Y me perdí en Berlín, y me besé en París
Me desvelé junto a la luna en cada país
Y me enamoré de Belgrano y de la noche
Escuchando a Goyeneche en el coche
Y por el río Amstel esquivando bicicleta'
Me tropecé contigo y cambió mi vida completa
Y en Harstad, frente a la bahía
La medianoche era de día
Y borracho con la bebé, orinando vino seco
Desde la costa de Cádiz logramo' ver a Marrueco'
Y dejé que me llevara la marea
Por eso leo pocos libro', pa' que el mundo me los lea
La vida me la vivo intensamente
Hasta que no pueda masticarla porque no me quedan diente'
Todo evoluciona porque se transforma
Crece y disminuye, cambia de forma
Pero del tiempo nadie se salva
Pregúntale al tinte que me pinta las cana' de la barba
Igual sigo dando brinco'
Porque todavía me siento como de veinticinco
Solo queda despedirse con cerveza
Y brindar por lo que termina y por lo que empieza
[Coro]
Esto va por lo que somo', por lo que fuimo'
Por to' lo que tenemo', por to' lo que tuvimo'
Por las llorada', por toa' las carcajada'
Por to' los triunfo' y por toa' las cagada'
Por lo que puedo ser, aunque lo dude
Por lo que quise ser, pero no pude
Por las turbulencias que agarré, por los trene' que perdí
Y por toa' las borrachera' que cogí
Por los lago', por los río', por los mare' que crucé
Aunque me hundí, al final siempre floté
Por los que se fueron sin permiso al paraíso
Hoy derramamo' un poco 'e ron en el piso
Esto va por lo que somo', por lo que fuimo'
Por to' lo que tenemo', por to' lo que tuvimo'
Por las llorada', por toa' las carcajada'
Por to' los triunfo' y por toa' las cagada'
Por lo que puedo ser, aunque lo dude
Por lo que quise ser, pero no pude
Por las turbulencias que agarré, por los trene' que perdí
Y por toa' las borrachera' que cogí
Por los lago', por los río', por los mare' que crucé
Aunque me hundí, al final siempre floté
Por los que se fueron sin permiso al paraíso
Hoy derramamo' un poco 'e ron en el piso
Parece que ontem essa merda aconteceu
O artista do momento, meu álbum em todas as lojas
Não que isso me ofenda, mas me sinto velho
Quando as crianças agora me chamam de "lenda"
Que Deus os repreenda
Eu sou tão jovem, mas com menos datas na agenda
Eu não tenho barco, nenhum avião, sem promessa
Mas espero que o próximo soco o surpreenda.
Nada é como antes
Eu sei que não sou mais tão relevante.
Antes de 'eles me pediram um retrato', todos dedicados '
Agora eles me param para que eu possa tirar a foto
Embora eu pó todos os meus troféus
Eu nem vejo meu nome no pôster
Se eles querem me ver, eles devem ir ao museu
Já estou cansado, com o tempo nem vou lutar
Estou claro, não há necessidade de ser sábio
Eu só escrevo o que meus lábios não ousam dizer.
Eu respondo ao coração todas as perguntas
Antes que meu lápis fique sem ponto
Isto é para o meu primo, pelas voltas que tomamos '
Agora eu rimo porque não nos despedimos
Até o sol nascer que me acorda
Hoje eu bebo até minha garganta queimar
[Coro]
Isso é sobre quem somos, o que éramos
Para tudo o que temos, para tudo o que tivemos
Para o choro, por todo o riso
Para todos os triunfos e para todas as merdas
Pelo que posso ser, mesmo que eu duvide
Pelo que eu queria ser, mas não pude
Pela turbulência que peguei, pelos trens que perdi
E por toda a embriaguez que tenho
Através dos lagos, através dos rios, através dos mares que eu atravessei
Mesmo que eu afundasse, no final eu sempre flutuei
Para aqueles que foram para o paraíso sem permissão
Hoje derramamos um pouco de rum no chão
[Versículo 2]
Deitado ao lado deste uísque caramelizado
Com um coração duro, uma prancha
Esperando para ver se o teto fala comigo
Enquanto isso ocorre
Querendo se divertir com meu irmão, para ver se ele volta a Calle 13
Com o horizonte vermelho
Escrevendo até Dawn queimar meus olhos '
Lembrando daqueles navegados '
Engolir cada última gota do passado
As fronteiras que eu cruzei sem permissão
Os poemas que peguei no porto de Valparaíso
Com notebook em mãos, como um dramaturgo
Juntamente com Leoni, caminhei descalço por Hamburgo
E eu me perdi em Berlim e beijei em Paris
Fiquei acordado ao lado da lua em cada país
E eu me apaixonei por Belgrano e a noite
Ouvindo Goyeneche no carro
E ao longo da bicicleta de amstel rio esquivando -se '
Eu tropecei sobre você e isso mudou toda a minha vida.
E em Harstad, de frente para a baía
Midnight foi dia
E bêbado com o bebê, mijando vinho seco
Da costa de Cádiz, conseguimos ver o Marrocos
E eu deixei a maré me levar
É por isso que li poucos livros, para que o mundo possa lê -los para mim.
Eu vivo a vida intensamente
Até que eu não possa mastigar porque não tenho dentes '
Tudo evolui porque transforma
Cresce e diminui, muda a forma
Mas ninguém é salvo do tempo
Pergunte ao corante que pinta os cabelos grisalhos na minha barba
Eu ainda continuo pulando '
Porque eu ainda me sinto vinte e cinco
Tudo o que resta é dizer adeus com cerveja
E brinde com o que termina e o que começa
[Coro]
Isso é sobre quem somos, o que éramos
Para tudo o que temos, para tudo o que tivemos
Para o choro, por todo o riso
Para todos os triunfos e para todas as merdas
Pelo que posso ser, mesmo que eu duvide
Pelo que eu queria ser, mas não pude
Pela turbulência que peguei, pelos trens que perdi
E por toda a embriaguez que tenho
Através dos lagos, através dos rios, através dos mares que eu atravessei
Mesmo que eu afundasse, no final eu sempre flutuei
Para aqueles que foram para o paraíso sem permissão
Hoje derramamos um pouco de rum no chão
Isso é sobre quem somos, o que éramos
Para tudo o que temos, para tudo o que tivemos
Para o choro, por todo o riso
Para todos os triunfos e para todas as merdas
Pelo que posso ser, mesmo que eu duvide
Pelo que eu queria ser, mas não pude
Pela turbulência que peguei, pelos trens que perdi
E por toda a embriaguez que tenho
Através dos lagos, através dos rios, através dos mares que eu atravessei
Mesmo que eu afundasse, no final eu sempre flutuei
Para aqueles que foram para o paraíso sem permissão
Hoje derramamos um pouco de rum no chão